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Empresa de integração de sistemas industriais para como otimizar processos com automação, IIoT e eficiência operacional
A análise apresentada considera uma Empresa de integração de sistemas industriais atua para conectar máquinas, instrumentos, sistemas de automação, dados operacionais e rotinas produtivas em uma arquitetura mais organizada, confiável e útil para a operação.
Em vez de tratar cada equipamento como um ponto isolado, a integração busca criar uma visão coordenada do processo industrial, permitindo que produção, manutenção, qualidade e gestão tomem decisões com base em informações mais consistentes.
Definição direta: integração de sistemas industriais é o trabalho técnico de conectar automação, instrumentação, sistemas produtivos e dados de processo para melhorar o controle, a padronização, a rastreabilidade operacional e a eficiência da fábrica.
Na prática, isso pode envolver CLPs, sensores, instrumentos de medição, sistemas supervisórios, redes industriais, painéis, plataformas de monitoramento e recursos de IIoT.
O objetivo não é apenas fazer equipamentos se comunicarem, mas assegurar que essa comunicação ajude a operação a enxergar o que acontece no processo, identificar desvios e sustentar melhorias com base em dados operacionais.
A integração costuma ser necessária quando a indústria convive com problemas como:
- gargalos produtivos difíceis de localizar;
- baixa visibilidade sobre variáveis críticas do processo;
- retrabalho causado por falhas de comunicação entre etapas;
- desperdício de insumos, tempo, energia ou capacidade produtiva;
- decisões baseadas em percepção, registros manuais ou dados incompletos;
- dificuldade para padronizar a operação entre turnos, linhas ou unidades;
- pouca conexão entre automação, instrumentação e indicadores de desempenho.
Mini glossário essencial
- CLP: controlador lógico programável responsável por executar comandos de automação em máquinas, linhas e processos;
- Supervisório: sistema usado para visualizar, operar e acompanhar variáveis do processo industrial em telas de controle;
- Instrumentação: conjunto de instrumentos que medem, indicam ou controlam variáveis como pressão, temperatura, vazão, nível e outras condições de processo;
- IIoT: Internet Industrial das Coisas, aplicada à coleta, conexão e análise de dados industriais para apoiar monitoramento e melhoria contínua;
- Indicadores em tempo real: informações operacionais atualizadas durante a produção, úteis para acompanhar desempenho, desvios, disponibilidade e qualidade.
Um ponto importante é diferenciar integração técnica de simples instalação de equipamentos.
Instalar um sensor, um painel ou um sistema supervisório pode resolver uma demanda pontual, mas não significa, por si só, que a operação está integrada.
A integração gera valor quando existe diagnóstico do processo, entendimento dos gargalos, engenharia de processos, padronização operacional e acompanhamento da produção após a implementação. Por isso, uma integradora industrial qualificada começa antes da programação ou da montagem.
Ela avalia como o processo funciona, quais dados precisam ser coletados, quais áreas devem conversar entre si e como a automação pode apoiar produtividade, qualidade e eficiência operacional.
A tecnologia é o meio; o resultado esperado depende da forma como ela é aplicada à realidade produtiva.
A Easy Automação atua desde 2011 no mercado de automação industrial e desenvolve soluções completas voltadas à análise, desenvolvimento e otimização de processos.
Sua origem em vivência prática em uma grande indústria de laticínios contribui para uma abordagem técnica orientada ao chão de fábrica, unindo automação, instrumentação, engenharia de processos e acompanhamento da produção sem tratar a integração como um pacote genérico.
Por que a integração é essencial para eficiência operacional?
A integração de sistemas industriais é essencial para eficiência operacional porque reduz a distância entre o que acontece no chão de fábrica e o que precisa ser analisado, controlado e ajustado pela gestão técnica.
Quando automação, instrumentação, dados operacionais e processos produtivos trabalham de forma conectada, a indústria ganha mais clareza sobre gargalos, variações de processo, desperdícios e oportunidades de melhoria.
Benefícios práticos da integração industrial:
- Maior visibilidade sobre o desempenho dos processos produtivos;
- Melhor padronização operacional entre turnos, linhas e áreas;
- Apoio à redução de desperdícios por meio de dados mais confiáveis;
- Mais controle sobre qualidade, produtividade e consumo de recursos;
- Melhor acompanhamento da disponibilidade dos equipamentos;
- Decisões técnicas menos dependentes de percepção isolada e mais apoiadas em indicadores;
- Base mais sólida para manutenção, melhoria contínua e otimização de processos.
Principais benefícios da integração de sistemas industriais: conectar sistemas industriais permite monitorar indicadores em tempo real, padronizar operações, identificar gargalos, reduzir retrabalho, melhorar o controle de qualidade, otimizar recursos e apoiar decisões baseadas em dados concretos.
Na prática, a produtividade melhora quando a equipe consegue enxergar onde o processo perde ritmo, onde há esperas, quais etapas concentram falhas recorrentes e quais variáveis precisam de ajuste.
A qualidade tende a ser mais bem controlada porque a operação passa a trabalhar com parâmetros mais consistentes, registros mais acessíveis e menor dependência de controles manuais dispersos.
A redução de desperdícios também se torna mais viável quando perdas de matéria-prima, energia, tempo produtivo ou capacidade instalada deixam de ser tratadas como eventos isolados e passam a ser analisadas dentro do fluxo completo de produção.
Outro ponto importante é a disponibilidade dos equipamentos.
A integração não elimina a necessidade de manutenção industrial, mas ajuda a transformar sinais operacionais em informação útil para priorizar ações, investigar recorrências e compreender impactos no processo.
Em vez de atuar apenas quando uma parada já afetou a produção, a indústria passa a ter mais elementos para acompanhar comportamento, desempenho e estabilidade operacional.
Antes e depois da integração, de forma conceitual:
- Antes: áreas produtivas com informações fragmentadas, registros manuais, baixa rastreabilidade operacional e dificuldade para entender a causa de desvios;
- Depois: dados centralizados ou melhor conectados, indicadores mais acessíveis, acompanhamento mais próximo do processo e maior capacidade de análise técnica;
- Antes: decisões baseadas principalmente em experiência individual, percepção do turno ou análise tardia;
- Depois: decisões apoiadas por dados operacionais, histórico de processo e leitura mais integrada entre automação, instrumentação e produção;
- Antes: gargalos tratados pontualmente, muitas vezes sem visão do impacto no processo completo;
- Depois: gargalos avaliados dentro do fluxo produtivo, facilitando priorização de melhorias e padronização.
O monitoramento de indicadores em tempo real é um dos pilares dessa evolução.
Indicadores de produção, qualidade, disponibilidade, consumo de energia, paradas, alarmes e variáveis de processo podem revelar tendências que não aparecem em análises superficiais.
No entanto, o valor não está apenas em visualizar dados em telas ou relatórios.
O ganho real surge quando esses dados são interpretados dentro do contexto do processo e convertidos em ações operacionais: revisar um parâmetro, ajustar uma sequência, padronizar uma rotina, investigar uma causa raiz ou redesenhar um fluxo. Esse é um ponto decisivo de Information Gain: integração não é somente tecnologia instalada.
Uma arquitetura conectada pode gerar pouco valor se não houver diagnóstico, engenharia de processos, definição de indicadores relevantes e acompanhamento da produção.
A eficiência operacional depende da capacidade de transformar dados em decisões práticas. Por isso, uma integração bem planejada deve responder a perguntas como: qual problema operacional será monitorado, qual indicador orienta a decisão, quem usa a informação, em que momento a ação deve ocorrer e como o resultado será acompanhado.
Nesse contexto, a Easy Automação trabalha com soluções voltadas à produtividade, qualidade e eficiência operacional, unindo análise, desenvolvimento e otimização de processos industriais.
A atuação da empresa considera mapeamento de processos, identificação de oportunidades de melhoria, integração entre automação e instrumentação, monitoramento de indicadores e padronização operacional, sempre com foco em apoiar decisões mais consistentes dentro da realidade de cada cliente.
Etapas de um projeto de integração industrial bem estruturado
Um projeto de integração industrial bem estruturado não começa pela programação, pela compra de equipamentos ou pela instalação em campo. Ele começa pelo entendimento do processo produtivo, porque a automação só gera valor quando está conectada à realidade operacional da planta.
- Diagnóstico industrial: levantamento inicial das condições atuais da operação, dos sistemas existentes, dos pontos críticos e dos objetivos técnicos do projeto.
- Mapeamento de processos: identificação do fluxo produtivo, das etapas manuais, dos pontos de medição, dos sistemas de automação e das interfaces entre áreas.
- Identificação de gargalos: análise de perdas, retrabalhos, paradas recorrentes, baixa visibilidade operacional e limitações de controle.
- Viabilidade técnica e econômica: avaliação do que pode ser integrado, quais recursos são necessários e quais alternativas fazem sentido para a operação.
- Projeto conceitual: definição da arquitetura geral da solução, dos objetivos de controle, das premissas de automação, instrumentação e integração de dados.
- Projeto básico: detalhamento intermediário das soluções propostas, incluindo fluxos, interfaces, requisitos de operação e necessidades de infraestrutura.
- Projeto detalhado: especificação técnica mais aprofundada para orientar implementação, instalação, testes, padronização e documentação.
- Implementação: execução das soluções definidas, integração entre sistemas, adequações em campo e validações técnicas conforme o escopo aprovado.
- Acompanhamento: observação da operação após a implantação, ajustes necessários e análise dos resultados obtidos no processo produtivo.
Como escolher uma empresa de integração de sistemas industriais?
Escolher uma Empresa de integração de sistemas industriais exige avaliar muito mais do que a capacidade de instalar equipamentos ou programar sistemas.
A decisão deve considerar se a integradora entende o processo produtivo, domina automação e instrumentação, consegue diagnosticar gargalos e transforma dados operacionais em ações práticas para produtividade, qualidade e eficiência.
Checklist de critérios para escolher uma integradora industrial
- Experiência prática em ambiente industrial: verifique se a empresa conhece a rotina de produção, manutenção, qualidade, segurança operacional e tomada de decisão em chão de fábrica;
- Domínio de automação e instrumentação: a integração depende da leitura correta de variáveis de processo, sensores, atuadores, CLPs, sistemas supervisórios e demais camadas industriais;
- Capacidade de diagnóstico: antes de propor tecnologia, a integradora deve mapear processos, identificar gargalos, entender perdas, avaliar padrões operacionais e levantar oportunidades reais de melhoria;
- Visão de engenharia de processos: uma boa solução conecta equipamentos, sistemas e dados, mas também considera fluxo produtivo, padronização, disponibilidade de equipamentos e controle de qualidade;
- Suporte presencial e remoto: projetos industriais podem exigir acompanhamento em campo e apoio à distância, especialmente em fases de ajuste, partida, manutenção e análise de resultados;
- Atuação em diferentes segmentos: experiência em laticínios, alimentos e bebidas, farmacêutico, tecnologia da informação, manutenção industrial, mineração, manufatura e outros setores ajuda a adaptar a solução à realidade operacional;
- Clareza de escopo: o fornecedor deve explicar o que será entregue, quais etapas fazem parte do projeto e quais responsabilidades cabem a cada parte;
- Acompanhamento após a implementação: integração industrial não termina na instalação; a análise dos resultados e os ajustes operacionais são fundamentais para sustentar a melhoria.
Critérios para avaliar uma integradora industrial: escolha uma empresa com experiência prática, domínio técnico em automação e instrumentação, capacidade de diagnóstico, visão de processos, suporte adequado ao modelo de operação e transparência sobre escopo, condições comerciais e responsabilidades.
Na prática, a escolha deve começar por uma pergunta simples: a empresa está apenas oferecendo componentes ou está propondo uma solução integrada para o processo? Essa diferença é importante porque a integração industrial envolve conexão entre sistemas, leitura confiável de variáveis, padronização operacional e uso de dados para apoiar decisões.
Sem diagnóstico, a tecnologia pode até ser instalada, mas corre o risco de não resolver a causa do problema. Também é recomendável avaliar se a integradora consegue conversar com diferentes áreas da indústria.
Produção, manutenção, qualidade, engenharia, utilidades e gestão podem ter necessidades distintas, mas todas dependem de informação confiável.
Uma abordagem madura considera esses pontos desde o início, evitando soluções isoladas que dificultam a expansão futura.
Perguntas para fazer antes de contratar
- Quais etapas serão realizadas antes da implementação técnica;
- O projeto inclui diagnóstico, mapeamento de processos e identificação de gargalos;
- Como serão tratados automação, instrumentação e dados operacionais;
- A solução considera indicadores em tempo real ou pontos de monitoramento;
- O atendimento pode ocorrer de forma presencial, remota ou combinada;
- Como a empresa adapta o projeto ao segmento industrial do cliente;
- O escopo inclui instalação, manutenção ou acompanhamento da produção;
- Quais informações são necessárias para definir prazo, escopo e condições comerciais.
A Easy Automação atua no mercado de automação industrial desde 2011 e desenvolve soluções completas voltadas a processos industriais, melhoria de processos e eficiência operacional.
Sua origem em vivência prática em uma grande indústria de laticínios contribui para uma visão aplicada das necessidades do setor.
A empresa também informa atuação com empresas de médio e grande porte em segmentos como alimentos e bebidas, laticínios, farmacêutico, tecnologia da informação e manutenção industrial, além de oferecer atendimento nacional em modelos presencial e remoto.
Outro ponto de credibilidade é a existência de parcerias estratégicas com marcas reconhecidas, como Coca-Cola, Lactalis Brasil e Pepsico, conforme informado no contexto da empresa. Esse tipo de sinal não substitui a análise técnica do projeto, mas pode reforçar a avaliação sobre experiência, relacionamento com o mercado e capacidade de atuar em ambientes industriais exigentes.
Para evitar decisões baseadas apenas em apresentação comercial, solicite uma conversa técnica com foco no processo.
Leve informações sobre operação, pontos críticos, equipamentos existentes, sistemas utilizados, necessidades de monitoramento e dificuldades recorrentes.
Condições comerciais, prazos, escopo específico, garantias e responsabilidades devem ser confirmados diretamente com a empresa, pois dependem das características de cada projeto e não devem ser presumidos.
Leia também: Instrumentação industrial.
Integração, IIoT e Indústria 4.0 na prática
A IIoT, ou Internet Industrial das Coisas, aplica conectividade, sensores, sistemas de automação e dados industriais à rotina da operação.
Na prática, ela permite que variáveis de processo, estados de equipamentos e indicadores produtivos sejam coletados, contextualizados e disponibilizados para análise.
Dentro da Indústria 4.0, essa conectividade não deve ser vista apenas como modernização tecnológica, mas como uma forma de aumentar a visibilidade sobre o processo produtivo e apoiar decisões mais consistentes.
- Monitoramento de indicadores em tempo real: acompanhamento de variáveis como produção, paradas, consumo, disponibilidade e desempenho operacional;
- Rastreamento de variáveis de processo: leitura e organização de dados de temperatura, pressão, vazão, nível, tempo de ciclo e outras grandezas relevantes ao processo;
- Alertas operacionais: sinalização de desvios, falhas, condições anormais ou eventos que exigem atenção da equipe técnica;
- Análise de desempenho: comparação entre condições planejadas e comportamento real da operação, apoiando ajustes de processo e priorização de ações;
- Apoio à manutenção industrial: uso de dados para observar padrões de funcionamento e identificar pontos que merecem investigação técnica.
A conexão com melhoria contínua ocorre quando esses dados deixam de ser apenas registros isolados e passam a orientar rotinas de análise, padronização e correção.
Um indicador em tempo real, por si só, não melhora a operação; ele apenas mostra o que está acontecendo.
O ganho aparece quando a equipe interpreta a informação, entende a causa do desvio e transforma esse conhecimento em ação prática no processo produtivo. Esse é um ponto importante: dados em tempo real não substituem engenharia de processos.
A conectividade industrial amplia a visibilidade, mas não elimina a necessidade de diagnóstico, mapeamento de processos, identificação de gargalos, definição de critérios operacionais e padronização.
Sem esse trabalho de engenharia, a indústria pode acumular muitos dados e ainda assim continuar sem clareza sobre quais decisões tomar. Por isso, uma aplicação eficiente de IIoT precisa estar associada a objetivos claros, como produtividade, qualidade, redução de desperdícios, disponibilidade de equipamentos, controle de processo ou eficiência energética.
Quando a meta operacional é definida antes da tecnologia, fica mais fácil escolher quais variáveis monitorar, quais indicadores acompanhar e quais integrações realmente fazem sentido para a operação.
A interoperabilidade é outro conceito central.
Em uma arquitetura industrial, diferentes camadas precisam conversar entre si: instrumentos de campo captam variáveis do processo; CLPs e sistemas de controle executam lógicas de automação; supervisórios permitem visualização e operação; bancos de dados e plataformas analíticas organizam informações; e sistemas de gestão podem consumir dados consolidados para apoiar planejamento, manutenção e tomada de decisão.
A integração bem estruturada reduz ilhas de informação e cria uma visão mais coerente da produção.
A Easy Automação adota IIoT para apoiar melhorias contínuas em diferentes segmentos industriais, dentro de uma abordagem que combina automação industrial, instrumentação, análise de processos e eficiência operacional.
Esse posicionamento é especialmente relevante porque a tecnologia conectada precisa estar integrada à realidade de cada planta, considerando equipamentos existentes, necessidades de operação, maturidade dos sistemas e objetivos produtivos.
Aplicações em laticínios, alimentos e bebidas, farmacêutico e outros segmentos
A integração de sistemas industriais muda de prioridade conforme o setor, o tipo de processo, o nível de controle necessário e a maturidade operacional da planta. Por isso, a melhor abordagem não é aplicar um pacote único de automação, mas entender a realidade produtiva, mapear gargalos, avaliar riscos operacionais e definir quais dados precisam ser conectados para apoiar decisões mais seguras.
Na prática, os desafios variam, mas alguns objetivos se repetem em diferentes indústrias: padronização operacional, controle de processo, qualidade do produto, disponibilidade dos equipamentos, redução de desperdícios, eficiência energética e maior visibilidade sobre indicadores de produção.
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Laticínios: em operações com processos sanitários, linhas de envase, preparo, transferência e controle de variáveis críticas, a integração pode apoiar a padronização de rotinas, a rastreabilidade operacional e a leitura mais clara de parâmetros de processo.
A Easy Automação tem origem ligada à vivência prática em uma grande indústria de laticínios, o que reforça sua compreensão sobre necessidades reais desse ambiente produtivo;
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Alimentos e bebidas: nesse segmento, a integração contribui para alinhar automação, instrumentação e dados operacionais em etapas como preparação, dosagem, mistura, envase, utilidades e acompanhamento de produção.
O foco costuma estar em consistência, repetibilidade, redução de perdas e controle mais preciso de variáveis que afetam qualidade e produtividade;
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Farmacêutico: indústrias farmacêuticas demandam alto controle de processo, padronização e confiabilidade operacional.
A integração de sistemas pode auxiliar na organização das informações de planta, no monitoramento de indicadores e na redução de decisões baseadas apenas em registros manuais ou percepções isoladas da operação;
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Tecnologia da informação aplicada à indústria: quando TI e automação trabalham de forma desconectada, a empresa pode ter dados industriais disponíveis, mas pouco úteis para análise.
A integração aproxima o chão de fábrica das camadas de informação, criando uma base mais consistente para acompanhamento operacional, relatórios e melhoria contínua;
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Manutenção industrial: a integração também é relevante para equipes de manutenção, pois melhora a visibilidade sobre condições de operação, ocorrências, disponibilidade de equipamentos e comportamento de variáveis. Isso favorece uma gestão mais orientada por dados, sem depender apenas de intervenções reativas;
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Concreteiras: em processos que envolvem dosagem, mistura, controle de insumos e repetibilidade operacional, a integração pode apoiar maior padronização e acompanhamento de parâmetros que influenciam o desempenho produtivo;
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Mineração: operações de mineração costumam envolver equipamentos robustos, ambientes exigentes e necessidade de disponibilidade operacional.
A conexão entre sistemas, instrumentos e indicadores ajuda a ampliar a visão sobre etapas críticas do processo e apoiar decisões técnicas;
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Manufatura: em linhas produtivas com diferentes máquinas, estações e sistemas, a integração contribui para reduzir ilhas de informação, melhorar o fluxo de dados e criar padrões operacionais mais consistentes;
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Açúcar e álcool: processos contínuos e operações com alto volume de variáveis podem se beneficiar da integração entre automação, instrumentação e monitoramento de indicadores, especialmente quando há necessidade de acompanhar desempenho, consumo de recursos e estabilidade operacional.
O ponto decisivo é que cada processo tem requisitos próprios.
Uma indústria de laticínios pode priorizar fluxos sanitários e padronização de transferência; uma concreteira pode olhar para dosagem e repetibilidade; uma planta de manufatura pode precisar conectar máquinas e indicadores de disponibilidade; já uma operação farmacêutica pode exigir maior organização dos dados de processo.
Portanto, o diagnóstico é a etapa que evita soluções genéricas e direciona o projeto para aquilo que realmente impacta a operação.
A Easy Automação atua desde 2011 em automação industrial e atende empresas de médio e grande porte em segmentos como laticínios, alimentos e bebidas, farmacêutico, tecnologia da informação, manutenção industrial e outros mercados.
Suas soluções e projetos abrangem análise, desenvolvimento, otimização de processos, integração entre automação e instrumentação, instalação, manutenção e acompanhamento da produção, sempre com foco em produtividade, qualidade e eficiência operacional.
Para aprofundar a avaliação técnica, vale relacionar a integração com temas complementares como Engenharia de processos, Melhoria de processos e Manutenção industrial.
Esses três pilares ajudam a transformar a conectividade em ganho operacional real, porque conectam tecnologia, método e rotina de acompanhamento.
FAQ
1.
A integração industrial funciona igual em todos os segmentos?
Não.
Cada setor tem variáveis, restrições, equipamentos e objetivos próprios. Por isso, o diagnóstico do processo produtivo é essencial antes de definir a solução.
2.
Quais áreas podem ser conectadas em um projeto de integração?
De forma geral, podem ser conectados sistemas de automação, instrumentação, supervisórios, equipamentos produtivos, indicadores operacionais e camadas de dados industriais, conforme a necessidade da planta.
3.
A integração ajuda apenas a produção?
Não. Ela também pode apoiar qualidade, manutenção, utilidades, gestão de energia, tomada de decisão e acompanhamento de desempenho operacional.
4.
Por que o diagnóstico é tão importante?
Porque ele identifica gargalos, oportunidades de melhoria, limitações técnicas e prioridades reais da operação.
Sem diagnóstico, há maior risco de investir em tecnologia sem resolver o problema principal.
5.
A Easy Automação também acompanha a implementação?
Sim.
Conforme o contexto informado, a Easy Automação acompanha o cliente desde o diagnóstico até a implementação e análise dos resultados obtidos, além de oferecer instalação e manutenção dos projetos desenvolvidos.
Se a sua indústria precisa melhorar controle, padronização, disponibilidade ou leitura de indicadores, o próximo passo recomendado é solicitar uma avaliação técnica do processo. Essa análise ajuda a entender o cenário atual, identificar oportunidades e definir quais integrações fazem sentido para a realidade operacional da planta.
Para avaliar como Empresa de integração de sistemas industriais pode contribuir para a operação, solicite uma análise técnica baseada nas condições reais do processo e defina os próximos passos com segurança.
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