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Modelagem de processos industriais para como otimizar operação, qualidade e eficiência
A Modelagem de processos industriais é uma etapa essencial para engenheiros, gestores industriais e equipes de manutenção que precisam entender com precisão como a operação funciona antes de propor mudanças em automação, qualidade, produtividade ou eficiência operacional.
Modelagem de processos industriais é a representação estruturada de um processo produtivo para compreender fluxos, etapas, variáveis de processo, recursos utilizados, pontos de controle, gargalos e oportunidades de melhoria. Ela pode envolver fluxogramas industriais, análise de dados operacionais, identificação de desperdícios e definição de padrões para apoiar decisões técnicas mais seguras.
Na prática, modelar um processo não é apenas desenhar uma linha de produção.
O objetivo é transformar a rotina industrial em uma visão técnica organizada: o que entra, o que sai, quais equipamentos participam, quais variáveis influenciam a qualidade, onde ocorrem perdas, quais etapas geram espera e quais decisões dependem de dados mais confiáveis. Essa diferença é importante porque muitos projetos começam com um mapeamento visual, mas não avançam para uma análise operacional mais profunda.
Em uma abordagem completa:
- Mapear é levantar e representar o fluxo atual do processo produtivo;
- Analisar é interpretar o que o fluxo revela sobre gargalos, variações, desperdícios e riscos de qualidade;
- Modelar é estruturar o processo de forma técnica, conectando etapas, variáveis, recursos, indicadores e regras operacionais;
- Otimizar é propor melhorias com base nessa compreensão, buscando mais produtividade, padronização, controle e eficiência operacional.
Quando bem aplicada, a modelagem ajuda a responder perguntas críticas da operação: onde há perda de tempo? Qual variável afeta a qualidade do produto? O processo depende de ajustes manuais excessivos? Há falhas de comunicação entre produção, manutenção e automação? Os indicadores disponíveis realmente explicam o desempenho da planta?
Por isso, a modelagem deve ser vista como base para tomada de decisão, e não como simples documentação técnica. Ela cria uma ponte entre engenharia de processos, automação industrial, instrumentação e melhoria contínua.
A partir dela, torna-se mais fácil definir padrões operacionais, priorizar investimentos, integrar sistemas e acompanhar indicadores de forma mais consistente. Esse enfoque é especialmente relevante em ambientes industriais com alto controle de qualidade, como laticínios, alimentos e bebidas, farmacêutico, manufatura e manutenção industrial.
A Easy Automação atua no mercado de automação industrial desde 2011 e tem origem em vivência prática no setor de laticínios, contexto que reforça a importância de compreender o processo real antes de propor soluções técnicas.
Dentro de sua atuação, a empresa trabalha do diagnóstico ao acompanhamento da produção, apoiando projetos voltados à produtividade, qualidade e eficiência operacional.
Mini glossário para entender o conceito
- Processos produtivos: sequência de atividades, equipamentos, pessoas, insumos e controles que transformam entradas em produtos ou resultados industriais;
- Fluxogramas industriais: representações visuais do processo, úteis para enxergar etapas, conexões, desvios e pontos de decisão;
- Variáveis de processo: fatores que influenciam o desempenho da operação, como temperatura, pressão, vazão, tempo, nível, velocidade, consumo ou parâmetros de qualidade;
- Gargalos: pontos que limitam a capacidade, aumentam esperas, geram retrabalho ou dificultam a estabilidade do processo;
- Padronização operacional: definição de métodos, parâmetros e rotinas para reduzir variações e facilitar controle, treinamento e manutenção;
- Eficiência operacional: uso mais adequado de recursos, energia, equipamentos e tempo, com foco em reduzir desperdícios e melhorar a disponibilidade produtiva.
Em resumo, a modelagem de processos industriais importa porque permite enxergar a operação com clareza técnica antes de automatizar, modificar ou expandir. Ela reduz decisões baseadas apenas em percepção e fortalece uma gestão orientada por dados, padrões e melhoria contínua.
A próxima conexão natural é entender como automação, instrumentação e IIoT ampliam o valor dessa modelagem, fornecendo dados reais de operação para validar hipóteses, monitorar variáveis críticas e transformar diagnóstico técnico em decisões operacionais mais precisas.
Como a modelagem se conecta à automação, instrumentação e IIoT?
A Modelagem de processos industriais se torna mais precisa quando é conectada aos dados reais da operação.
Em vez de depender apenas de observações pontuais, entrevistas ou documentação técnica, a modelagem passa a ser validada por sinais de sensores, variáveis de processo, sistemas de automação, instrumentação industrial e indicadores monitorados em tempo real.
automação, instrumentação e IIoT conectam a modelagem industrial à realidade da planta, fornecendo dados operacionais para validar hipóteses, identificar gargalos, acompanhar variáveis críticas, melhorar a rastreabilidade e apoiar decisões de produtividade, qualidade e eficiência operacional.
Na prática, a modelagem descreve como o processo deveria funcionar e os dados mostram como ele realmente se comporta. Essa diferença é essencial para descobrir perdas, variações, esperas, desvios de qualidade, consumo ineficiente de recursos e limitações de disponibilidade dos equipamentos.
Do dado operacional à decisão de melhoria
Um modelo de processo não deve ser tratado apenas como um desenho estático. Ele ganha valor quando se transforma em uma base viva de análise, conectada à coleta de dados e ao acompanhamento de indicadores. Essa conexão permite comparar fluxo previsto, fluxo executado e desempenho real.
Fluxo conceitual:
- Sensores e instrumentação capturam variáveis de processo, como nível, vazão, pressão, temperatura, tempo de ciclo, status de equipamento e outras medições relevantes para a operação.
- Sistemas de automação organizam sinais, comandos, alarmes, estados operacionais e intertravamentos, ajudando a entender como o processo responde em diferentes condições.
- Integração de sistemas e IIoT amplia a visibilidade sobre a produção, permitindo consolidar dados operacionais e acompanhar indicadores em tempo real.
- Análise do processo modelado compara o comportamento real da planta com o fluxo ideal, evidenciando gargalos, variações, desperdícios e oportunidades de padronização.
- Decisão operacional orienta ajustes de controle, melhoria de procedimentos, otimização de recursos, manutenção, qualidade e disponibilidade de equipamentos.
Esse encadeamento evita que a análise fique isolada da rotina produtiva.
A modelagem deixa de ser apenas uma representação técnica e passa a apoiar decisões contínuas, com base em evidências observáveis na operação.
Aplicações práticas na indústria
Quando integrada à automação, à instrumentação e à Internet Industrial das Coisas, a modelagem pode apoiar diferentes frentes de melhoria:
- Identificação de gargalos: comparação entre capacidade esperada, tempo real de operação, paradas, esperas e restrições do processo;
- Monitoramento de indicadores em tempo real: acompanhamento de produtividade, eficiência operacional, qualidade, consumo de energia e disponibilidade de equipamentos;
- Controle de qualidade: correlação entre variáveis de processo e desvios de padrão, reduzindo decisões baseadas apenas em inspeções tardias;
- Rastreabilidade operacional: registro de eventos, estados de máquina, etapas produtivas e condições de processo ao longo da produção;
- Padronização de operação: definição de parâmetros, sequências e critérios de controle mais consistentes entre turnos, linhas ou unidades produtivas;
- Manutenção industrial: análise de sinais e condições operacionais que podem indicar perda de desempenho, instabilidade ou necessidade de intervenção técnica;
- Otimização de recursos: avaliação do uso de energia, insumos, tempo de máquina e mão de obra a partir do comportamento real do processo.
Por que a integração aumenta a confiabilidade da modelagem?
Sem dados, a modelagem pode apontar hipóteses úteis, mas nem sempre consegue confirmar a causa dos problemas.
Com sensores, instrumentação e sistemas industriais integrados, a análise passa a considerar evidências como frequência de paradas, variação de parâmetros, tempos de ciclo, perdas por etapa e comportamento dos equipamentos. Isso é especialmente relevante em ambientes industriais onde pequenas variações podem afetar produtividade, qualidade do produto, desperdícios e custos operacionais.
Em setores como laticínios, alimentos e bebidas, farmacêutico, manutenção industrial, tecnologia da informação aplicada à indústria, mineração, concreto e manufatura, a capacidade de transformar dados em decisão tende a ser um diferencial para operações mais estáveis e controladas.
A Easy Automação atua em soluções e projetos voltados à engenharia de processos, melhoria de processos e eficiência operacional, incluindo integração entre sistemas de automação e instrumentação.
Com experiência no mercado de automação industrial desde 2011 e origem ligada à vivência prática no setor de laticínios, a empresa posiciona a modelagem como parte de uma jornada mais ampla: diagnóstico técnico, análise de processos produtivos, padronização, implementação de melhorias e acompanhamento da produção. Nesse contexto, a IIoT não substitui a engenharia de processos.
Ela amplia a capacidade de enxergar a operação, medir o que importa e sustentar melhorias contínuas com dados.
O resultado é uma modelagem mais conectada à realidade da planta, mais útil para gestores industriais e mais acionável para equipes de operação, manutenção, qualidade e automação.
Etapas de um projeto de modelagem e melhoria de processos
Um projeto de modelagem e melhoria de processos não começa pelo desenho de um fluxograma nem termina na entrega de uma documentação técnica.
Na prática, ele evolui por etapas de engenharia que conectam diagnóstico, análise produtiva, viabilidade, projeto, implementação e acompanhamento da operação.
Para fins de planejamento, a sequência mais comum é:
- Diagnóstico da operação industrial
- Mapeamento do processo produtivo
- Análise de gargalos e oportunidades de melhoria
- Estudo de viabilidade técnica e econômica
- Projeto conceitual
- Projeto básico
- Projeto detalhado
- Implementação, padronização e acompanhamento dos resultados
Essa jornada ajuda a transformar observações de campo em decisões técnicas mais consistentes, evitando que a modelagem seja tratada apenas como uma fotografia do processo atual.
Diagnóstico: entender a realidade antes de propor mudanças
O diagnóstico é a etapa em que a equipe técnica levanta como o processo realmente funciona na planta. Isso inclui observar rotinas operacionais, recursos utilizados, pontos de controle, perdas recorrentes, disponibilidade de equipamentos, consumo de energia, variáveis críticas e indicadores de desempenho já acompanhados pela indústria.
Nessa fase, o objetivo não é antecipar soluções, mas formar uma visão confiável da operação.
Em projetos de Modelagem de processos industriais, esse cuidado é essencial porque muitos gargalos não aparecem apenas no layout ou no fluxograma: eles surgem na interação entre pessoas, máquinas, sistemas de automação, instrumentação, matéria-prima, parâmetros de processo e padrões de operação.
Mapeamento: representar fluxos, etapas e interfaces
Depois do diagnóstico, o processo é mapeado de forma estruturada.
Aqui entram recursos como fluxogramas de processos industriais, levantamento de entradas e saídas, identificação de equipamentos, linhas, válvulas, instrumentos, pontos de medição, utilidades, etapas de limpeza, transferências e interfaces entre áreas.
Em segmentos sanitários, como laticínios, alimentos e bebidas e farmacêutico, também podem ser considerados elementos específicos de projeto, como manifolds sanitários, quando aplicáveis ao escopo técnico da planta.
A diferença entre mapear e modelar está na profundidade da análise: o mapeamento descreve o processo; a modelagem interpreta relações, variáveis, restrições, riscos, gargalos e oportunidades de otimização.
Análise de gargalos: localizar o que limita produtividade, qualidade e eficiência
Com o processo representado, a análise passa a buscar causas e impactos.
Um gargalo pode estar em um equipamento subdimensionado, em uma sequência operacional pouco padronizada, em uma falta de integração entre sistemas, em medições insuficientes, em tempos de espera, em perdas de matéria-prima ou em controles manuais que dificultam a repetibilidade. Essa etapa deve conectar dados e observações.
Indicadores de desempenho, registros de produção, alarmes, paradas, consumo de energia, retrabalhos e variações de qualidade ajudam a separar sintomas de causas prováveis.
O ganho metodológico está em evitar decisões baseadas apenas em percepção.
Uma parada frequente, por exemplo, pode parecer um problema de manutenção, mas a causa pode estar em parametrização inadequada, falta de instrumentação, variação de processo ou ausência de padronização operacional.
Estudo de viabilidade técnica e econômica: decidir o que faz sentido executar
Nem toda oportunidade identificada deve virar projeto imediatamente.
O estudo de viabilidade técnica e econômica ajuda a avaliar alternativas, restrições, dependências, riscos de implantação, necessidades de automação, instrumentação, adequações físicas e impacto esperado na operação. Essa etapa organiza prioridades.
Em vez de tratar todas as melhorias como equivalentes, a indústria consegue diferenciar ações críticas, melhorias incrementais, ajustes de padronização e projetos que exigem maior nível de engenharia.
É também nesse momento que o escopo começa a ser refinado.
Complexidade, investimento, interferências na produção e necessidades de implementação devem ser avaliados conforme a realidade operacional de cada planta.
Projeto conceitual: definir a solução em nível estratégico
O projeto conceitual traduz a oportunidade de melhoria em uma proposta técnica inicial. Ele define a lógica geral da solução, os objetivos operacionais, os principais fluxos, as interfaces com sistemas existentes, os requisitos de controle e os resultados esperados em termos qualitativos, sem entrar ainda em todos os detalhes executivos. Essa fase é importante para alinhar engenharia, operação, manutenção e gestão.
Ela reduz ambiguidades e ajuda a validar se a solução proposta responde ao problema correto.
Na atuação da Easy Automação, essa visão faz parte do desenvolvimento de projetos industriais completos, conectando análise de processos, automação industrial, instrumentação e eficiência operacional desde as fases iniciais.
Projeto básico: transformar conceito em especificação técnica
O projeto básico aprofunda a solução. Ele detalha requisitos de processo, equipamentos, automação, instrumentação, utilidades, condições de operação, pontos de controle, requisitos de integração e critérios de implantação. Nessa etapa, os fluxogramas de processos industriais ganham maior precisão, os limites de escopo ficam mais claros e as interfaces entre disciplinas passam a ser tratadas com mais rigor.
O projeto básico é especialmente útil para reduzir falhas de comunicação. Quando bem construído, ele permite que operação, manutenção, engenharia e fornecedores trabalhem com uma referência técnica comum.
Projeto detalhado: preparar a execução com segurança técnica
O projeto detalhado organiza as informações necessárias para a implantação. Ele pode envolver documentação técnica mais específica, detalhamento de interligações, instrumentos, painéis, sistemas de automação, lógica de controle, adequações de processo e orientações para instalação, conforme o escopo contratado. Essa etapa é o ponto em que a modelagem deixa de ser apenas análise e se torna base para execução.
A qualidade do projeto detalhado influencia diretamente a clareza da instalação, da manutenção futura e do acompanhamento operacional.
É aqui que a diferença entre documentação e engenharia fica mais evidente: documentar é registrar; projetar é definir tecnicamente como a melhoria será implementada, integrada e operada.
Implementação, padronização e acompanhamento
Após a engenharia, a melhoria precisa ser implementada e absorvida pela operação. Isso envolve instalação, ajustes, validação operacional, padronização de procedimentos, acompanhamento de indicadores e correções necessárias após a entrada em operação.
A Easy Automação atua como prestadora de serviços em automação industrial e desenvolve soluções que podem incluir instalação e manutenção dos projetos desenvolvidos, acompanhando o cliente desde o diagnóstico até a implementação e a análise dos resultados obtidos, conforme a necessidade do projeto.
Essa etapa fecha o ciclo de melhoria contínua: os dados da operação alimentam novas análises, os padrões são ajustados e a empresa passa a ter maior controle sobre seus processos produtivos.
Checklist técnico para iniciar um projeto
Antes de iniciar a modelagem e melhoria de processos, é recomendável reunir:
- Fluxogramas, layouts ou documentos existentes do processo;
- Histórico de produção, paradas, perdas e retrabalhos;
- Indicadores de qualidade, produtividade, disponibilidade e consumo de energia;
- Lista de equipamentos, instrumentos e sistemas de automação envolvidos;
- Principais reclamações operacionais ou pontos de instabilidade;
- Restrições de produção, segurança, limpeza, manutenção e espaço físico;
- Objetivos do projeto: reduzir desperdícios, padronizar operação, aumentar disponibilidade, melhorar controle ou otimizar recursos;
- Pessoas-chave das áreas de produção, manutenção, qualidade, engenharia e gestão.
Entradas e saídas de cada etapa
| Etapa | Entradas principais | Saídas esperadas |
|---|---|---|
| Diagnóstico | Observação de campo, dados operacionais, indicadores existentes | Visão inicial da operação e dos principais pontos críticos |
| Mapeamento | Informações de processo, equipamentos, instrumentos e fluxos | Representação estruturada do processo produtivo |
| Análise de gargalos | Dados de produção, qualidade, paradas e variáveis de processo | Lista técnica de problemas, causas prováveis e oportunidades |
| Viabilidade | Alternativas de solução, restrições e prioridades | Direcionamento técnico e econômico para tomada de decisão |
| Projeto conceitual | Objetivos, premissas e requisitos gerais | Solução em nível estratégico e alinhamento de escopo |
| Projeto básico | Conceito aprovado e requisitos técnicos | Especificações de processo, automação, instrumentação e integração |
| Projeto detalhado | Projeto básico validado | Documentação e detalhamento para implementação |
| Implementação e acompanhamento | Projeto detalhado, equipe técnica e operação | Solução implantada, padrões ajustados e indicadores monitorados |
Nota de confiança
Escopo, complexidade, investimento e forma de execução variam conforme a realidade operacional de cada planta industrial. Por isso, a avaliação deve considerar o processo existente, o nível de automação, a instrumentação disponível, os objetivos de produtividade e qualidade, as restrições de produção e a maturidade dos indicadores.
Para projetos industriais completos, a análise direta com uma equipe técnica especializada é o caminho mais seguro para definir prioridades sem prometer ganhos, prazos ou custos antes do diagnóstico.
Aplicações por setor e como escolher um parceiro técnico
A modelagem de processos industriais gera mais valor quando é aplicada com leitura de contexto: o mesmo método de engenharia de processos pode apoiar produtividade, qualidade de produto, redução de desperdícios, controle de custos operacionais, consumo de energia e disponibilidade de equipamentos, mas cada segmento tem variáveis críticas diferentes.
Em laticínios, alimentos e bebidas, a atenção costuma recair sobre padronização operacional, fluxos sanitários, repetibilidade de produção e controle de qualidade.
No farmacêutico, a modelagem ajuda a dar mais clareza às etapas produtivas, aos pontos de controle e à rastreabilidade operacional.
Em manutenção industrial, contribui para entender causas de paradas, disponibilidade de equipamentos e prioridades de intervenção.
Em tecnologia da informação aplicada à indústria, conecta dados, sistemas e indicadores para apoiar decisões.
Já em concreto, mineração e manufatura, pode ser decisiva para mapear gargalos, uso de recursos, consumo energético e integração entre processo, automação e instrumentação.
O ponto central é não avaliar apenas a ferramenta usada para mapear ou desenhar o processo.
Um parceiro técnico deve ser capaz de diagnosticar a operação, interpretar dados, propor melhorias viáveis, integrar sistemas, apoiar a implementação e acompanhar a produção depois das mudanças.
Sem essa visão completa, a modelagem corre o risco de virar apenas documentação; com método e experiência prática, ela se torna base para crescimento sustentável e eficiência operacional.
Checklist para escolher um parceiro técnico
- Verifique se o parceiro tem experiência prática em ambientes industriais, não apenas domínio conceitual de fluxogramas;
- Avalie a capacidade de atuar do diagnóstico à implementação, incluindo instalação, manutenção e acompanhamento dos projetos desenvolvidos;
- Confirme se a equipe entende a integração entre automação industrial, instrumentação, indicadores operacionais e dados de processo;
- Observe se a solução é adaptada à realidade operacional da planta, em vez de seguir um modelo genérico;
- Analise se há visão de engenharia de processos, melhoria contínua e eficiência operacional;
- Considere a flexibilidade de atendimento presencial e remoto, especialmente em operações com unidades, turnos ou demandas técnicas diferentes;
- Priorize parceiros que consigam transformar dados em decisões práticas sobre produtividade, qualidade, custos operacionais, energia e disponibilidade de equipamentos;
- Evite decisões baseadas apenas em software, diagrama ou ferramenta: a qualidade do diagnóstico e da implementação é o que sustenta o resultado.
A Easy Automação atua no mercado de automação industrial desde 2011, com experiência consolidada em soluções e projetos para otimização de processos industriais.
Sua origem ligada à vivência prática em uma grande indústria de laticínios fortalece a compreensão de desafios reais de produção, qualidade e eficiência.
A empresa também informa parcerias estratégicas com Coca-Cola, Lactalis Brasil e Pepsico, o que reforça sua presença em ambientes industriais relevantes, sem que isso substitua uma avaliação técnica específica para cada planta.
Para empresas de médio e grande porte em laticínios, alimentos e bebidas, farmacêutico, manutenção industrial, tecnologia da informação, concreto, mineração e manufatura, a escolha de um parceiro deve considerar a capacidade de combinar engenharia de processos, automação, instrumentação, IIoT e acompanhamento operacional.
Nesse contexto, a Easy Automação se posiciona como prestadora de serviços com atuação nacional, equipe técnica especializada, desenvolvimento de projetos industriais completos e suporte desde o diagnóstico até a análise dos resultados obtidos.
Perguntas frequentes
Quando aplicar modelagem de processos industriais?
Ela deve ser considerada quando a indústria precisa entender gargalos, reduzir desperdícios, padronizar operações, melhorar qualidade, elevar produtividade, otimizar recursos ou preparar a planta para automação, instrumentação e monitoramento por indicadores.
Quais dados são necessários para iniciar a análise?
Em geral, são úteis fluxos de produção, variáveis de processo, indicadores operacionais, registros de paradas, consumo de energia, dados de qualidade, recursos utilizados, capacidades de equipamentos e informações sobre o comportamento real da operação.
A profundidade do levantamento depende do escopo e da complexidade da planta.
Como a modelagem ajuda a reduzir desperdícios?
Ela torna visíveis etapas redundantes, perdas de tempo, variações de processo, uso inadequado de recursos, gargalos produtivos e pontos de baixa padronização.
Com isso, a equipe técnica consegue priorizar melhorias com base em dados e impacto operacional.
Qual é a relação com IIoT?
A Internet Industrial das Coisas amplia a capacidade de monitorar variáveis e indicadores em tempo real. Quando conectada à modelagem, permite validar hipóteses, acompanhar desempenho, identificar desvios e sustentar ciclos de melhoria contínua com dados reais de operação.
Por que envolver uma equipe especializada?
Porque a modelagem envolve processo, operação, automação, instrumentação, dados e viabilidade técnica.
Uma equipe especializada ajuda a evitar diagnósticos superficiais, propostas desconectadas da realidade da planta e mudanças difíceis de implementar.
Se a sua indústria busca mais controle sobre processos produtivos, padronização operacional e eficiência, o próximo passo é solicitar uma avaliação técnica do cenário atual.
A análise deve considerar objetivos de produtividade, qualidade, custos operacionais, consumo de energia, disponibilidade de equipamentos e capacidade de integração com automação industrial e eficiência operacional.
Para avaliar como Modelagem de processos industriais pode contribuir para a operação, solicite uma análise técnica baseada nas condições reais do processo e defina os próximos passos com segurança.
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