Galeria
Clique nas imagens para ampliar
Projetos de automação industrial para etapas, tecnologias e benefícios para plantas produtivas
A análise apresentada considera projetos de automação industrial são iniciativas de engenharia que diagnosticam o processo produtivo, definem arquitetura de controle e integram CLP ou PLC, IHM, SCADA e redes industriais para automação de processos, permitindo controle automático, monitoramento em tempo real, coleta de dados, alarmes e rastreabilidade com comissionamento e suporte técnico.
Na prática, um projeto de automação não é apenas a compra ou instalação isolada de componentes. Ele começa pela compreensão do processo real da planta, passa pela definição das variáveis críticas, escolha das tecnologias adequadas, integração entre equipamentos e validação da solução antes da entrada em operação.
Esse trabalho pode envolver controladores lógicos programáveis, interfaces de operação, sistemas supervisórios e protocolos de comunicação industrial para transformar máquinas, sensores, atuadores e dados operacionais em uma solução coordenada. Assim, a automação deixa de ser um conjunto de dispositivos separados e passa a apoiar a estabilidade do processo, a tomada de decisão e o acompanhamento da produção.
Com origem em experiência prática industrial e atuação desde a fase de projeto até o acompanhamento contínuo, a Easy Automação aplica essa visão para desenvolver e integrar soluções alinhadas às necessidades de cada planta produtiva, considerando diagnóstico, engenharia, comissionamento, startup e suporte como partes do mesmo ciclo técnico.
Por que a automação industrial se tornou estratégica?
A automação industrial deixou de ser apenas uma forma de substituir tarefas manuais repetitivas.
Em plantas produtivas, ela passou a ser uma decisão estratégica porque conecta produtividade, padronização operacional, qualidade, segurança operacional e manutenção em uma mesma lógica de controle e informação. Quando um processo depende somente da intervenção manual, a operação tende a ficar mais exposta a variações de turno, falhas de execução, atrasos de resposta e dificuldade de rastrear causas de problemas.
Com sistemas automatizados, variáveis críticas podem ser monitoradas em tempo real, comandos podem seguir lógicas padronizadas e alarmes podem orientar a equipe antes que uma anomalia evolua para uma parada não planejada.
Na prática, a automação pode contribuir para:
- Maior estabilidade operacional: receitas, sequências, permissivos e intertravamentos ajudam a reduzir variações no processo;
- Melhor uso de dados: registros de produção, alarmes, tempos de ciclo e eventos operacionais apoiam análises técnicas e decisões gerenciais;
- Apoio à manutenção: informações coletadas em campo podem auxiliar diagnósticos, priorização de intervenções e investigação de falhas recorrentes, conectando-se diretamente à estratégia de manutenção industrial;
- Eficiência produtiva: controles automáticos tendem a reduzir dependências de ajustes manuais e facilitar a repetibilidade das operações;
- Eficiência energética: o controle mais preciso de motores, utilidades, temperaturas, pressões e acionamentos pode apoiar o uso mais racional de energia, conforme a aplicação;
- Qualidade e rastreabilidade: dados do processo permitem acompanhar condições de produção e identificar desvios com mais clareza;
- Segurança operacional: lógicas de intertravamento, alarmes e permissivos podem reduzir exposições indevidas e orientar respostas mais consistentes.
O ponto estratégico está na capacidade de transformar o chão de fábrica em uma fonte confiável de informação.
CLPs, IHMs, SCADA, sensores, atuadores e redes industriais não servem apenas para ligar ou desligar equipamentos; eles estruturam a comunicação entre processo, operação, manutenção e gestão. Por isso, a decisão de automatizar deve considerar mais do que a instalação de tecnologia.
É preciso avaliar gargalos produtivos, pontos de falha, requisitos de qualidade, necessidades de rastreabilidade, riscos operacionais, custos de manutenção e maturidade da equipe que irá operar o sistema.
Uma solução bem planejada tende a apoiar inovação industrial sem perder de vista o objetivo principal: tornar o processo mais confiável, controlável e sustentável ao longo da rotina produtiva.
Principais benefícios para a operação produtiva
Em soluções bem planejadas, a automação industrial pode contribuir para uma operação mais estável, monitorável e orientada por dados.
Os ganhos tendem a aparecer não apenas no ritmo produtivo, mas também na padronização das rotinas, na confiabilidade do processo, na rastreabilidade e na capacidade de resposta diante de alarmes e anomalias.
Benefícios operacionais
- Aumento de produtividade: o controle automático auxilia na execução repetível de etapas do processo, reduzindo dependências excessivas de intervenção manual;
- Padronização das operações: lógicas de controle, IHMs e sistemas supervisórios ajudam a manter parâmetros de produção mais consistentes entre turnos e linhas;
- Processo mais estável: a automação tende a apoiar o controle de variáveis críticas, o que favorece regularidade operacional em plantas industriais;
- Resposta mais rápida a anomalias: alarmes bem configurados permitem identificar desvios com mais agilidade e direcionar a atuação da equipe técnica;
- Menos falhas operacionais: quando o projeto considera o processo real, intertravamentos, permissivos e sequências automatizadas podem reduzir erros de operação.
Benefícios gerenciais
- Coleta de dados operacionais: sistemas como SCADA e IHMs podem registrar informações relevantes para acompanhamento de produção, paradas, eventos e desempenho;
- Rastreabilidade: a automação auxilia no histórico de lotes, etapas, condições de processo e ocorrências, especialmente em segmentos como laticínios, alimentos e bebidas e farmacêutico;
- Melhor tomada de decisão: dados de processo tornam mais fácil identificar gargalos, priorizar melhorias e avaliar a necessidade de ajustes na operação;
- Visibilidade em tempo real: o monitoramento contínuo permite que supervisão, operação e manutenção tenham uma leitura mais clara do comportamento da planta.
Benefícios para manutenção e confiabilidade
- Redução de paradas não planejadas: diagnósticos, alarmes e histórico de eventos podem apoiar ações preventivas e respostas mais rápidas;
- Custos de manutenção mais controláveis: ao identificar padrões de falha e condições anormais, a automação ajuda a planejar intervenções com mais critério;
- Integração com manutenção industrial: sinais de sensores, atuadores, CLPs e redes industriais podem alimentar rotinas de acompanhamento técnico e análise de falhas;
- Confiabilidade do processo: projetos bem especificados tendem a reduzir improvisos, melhorar a comunicação entre equipamentos e aumentar a previsibilidade operacional.
Na prática, esses benefícios dependem da qualidade do diagnóstico, da arquitetura de automação, da programação, da integração entre equipamentos e da validação em campo.
Por isso, a Easy Automação associa sua proposta de agregar valor aos clientes a soluções customizadas, desenvolvidas a partir do entendimento do processo industrial e acompanhadas desde a fase de projeto até o comissionamento e o suporte contínuo à produção.
Etapas de um projeto de automação industrial
Em projetos de automação industrial, a sequência técnica não deve começar pela compra de componentes, mas pela compreensão do processo produtivo.
A escolha de CLP, IHM, SCADA, redes industriais, painel elétrico, sensores e atuadores depende das variáveis de processo, dos riscos operacionais, do nível de integração necessário e dos objetivos da planta.
-
Diagnóstico do processo: identifica como a operação funciona hoje, quais são os gargalos, onde ocorrem falhas operacionais, quais etapas exigem intervenção manual e quais pontos precisam de monitoramento em tempo real.
-
Levantamento de requisitos: transforma a necessidade operacional em requisitos técnicos. Nessa fase, são definidos sinais de entrada e saída, variáveis críticas, alarmes, necessidades de rastreabilidade, interfaces de operação e integrações com equipamentos existentes.
-
Arquitetura da solução: organiza a estrutura do sistema de automação.
Aqui são definidos os níveis de controle, supervisão e comunicação, incluindo CLP ou PLC, IHM, SCADA, redes industriais e integração entre sensores, atuadores, painéis e máquinas.
-
Especificação técnica: detalha os componentes, padrões de comunicação, requisitos de segurança operacional, documentação de engenharia, lógica de controle esperada e critérios de validação. Essa etapa reduz ambiguidades antes da programação e da montagem.
-
Programação e configuração: envolve o desenvolvimento da lógica do CLP, telas de IHM, supervisório SCADA, alarmes, registros de dados e parâmetros de operação.
A programação deve refletir o processo real, não apenas a função isolada de cada equipamento.
-
Integração entre sistemas: conecta máquinas, instrumentos, painéis elétricos, redes industriais e sistemas de supervisão para que os dados circulem de forma consistente.
É nessa etapa que a automação deixa de ser apenas controle local e passa a apoiar operação, manutenção e gestão.
-
Testes e validação técnica: verifica sinais, comandos, intertravamentos, alarmes, telas, comunicação e comportamento da lógica em condições controladas.
A validação ajuda a identificar ajustes antes da partida da planta.
-
Comissionamento: confirma em campo se a instalação, os sinais, a comunicação, os equipamentos e a lógica de controle estão funcionando conforme o projeto.
É uma etapa crítica para reduzir riscos na entrada em operação.
-
Startup da planta: acompanha a partida assistida do processo, com ajustes finos de operação, verificação do desempenho do sistema e apoio aos operadores durante os primeiros ciclos produtivos.
-
Acompanhamento contínuo: após a entrada em operação, o projeto pode exigir suporte, melhorias, capacitação e ajustes conforme a rotina produtiva revela novas necessidades.
A principal dependência entre processo e tecnologia está no fato de que cada decisão de engenharia precisa responder a uma necessidade operacional.
Um CLP bem programado, por exemplo, só entrega valor quando a lógica representa corretamente o processo; uma IHM só auxilia a operação quando apresenta informações claras; e um SCADA só contribui para gestão quando coleta dados relevantes, organiza alarmes e facilita a rastreabilidade.
Na prática, as etapas de um projeto de automação industrial são: diagnóstico, levantamento de requisitos, arquitetura, especificação, programação, integração, testes, comissionamento, startup e acompanhamento.
A Easy Automação atua com essa visão de ciclo completo, conectando sua experiência prática em processos industriais à entrega que vai da fase de projeto ao comissionamento.
Diagnóstico e levantamento de requisitos
O diagnóstico é a etapa em que o projeto deixa de ser uma ideia tecnológica e passa a ser uma análise do processo produtivo real.
Antes de definir CLP, IHM, SCADA, redes industriais, sensores ou atuadores, é preciso entender como a planta opera, onde estão os gargalos, quais variáveis críticas precisam ser controladas e como operadores, equipamentos existentes e rotinas de produção interagem no dia a dia.
Um bom levantamento evita um erro comum em automação: automatizar ineficiências já existentes.
Se uma sequência operacional está mal definida, se há falta de padronização entre turnos ou se os dados de produção não são confiáveis, apenas instalar novos componentes pode transferir o problema para uma camada mais tecnológica, sem resolver a causa.
Checklist do que observar antes de automatizar:
- Processo produtivo: quais etapas compõem a operação, quais são manuais, semiautomáticas ou automáticas e onde há maior dependência de intervenção humana;
- Gargalos operacionais: pontos de espera, retrabalho, perdas recorrentes, variações de ritmo, falhas de comunicação entre áreas e limitações de equipamentos;
- Variáveis críticas: temperatura, pressão, vazão, nível, velocidade, tempo de ciclo, dosagem, posição, peso ou outras grandezas relevantes para controle e qualidade;
- Entradas e saídas: quais sinais precisam ser lidos ou acionados, incluindo sensores, botoeiras, válvulas, motores, inversores, alarmes, intertravamentos e permissivos;
- Layout da planta: distância entre equipamentos, localização de painéis, rotas de cabos, áreas de acesso, pontos de operação e possíveis interferências físicas;
- Equipamentos existentes: máquinas, painéis elétricos, instrumentos, redes industriais e sistemas supervisórios que podem ser integrados, atualizados ou substituídos conforme análise técnica;
- Operadores e rotinas: como a equipe executa a operação, quais ajustes são feitos manualmente, quais decisões dependem de experiência prática e onde a interface homem-máquina deve ser mais clara;
- Riscos operacionais: condições de falha, paradas não planejadas, alarmes críticos, desvios de processo, pontos de segurança operacional e impactos de uma partida ou parada incorreta;
- Necessidades de dados: quais informações devem ser coletadas, armazenadas ou exibidas para apoiar rastreabilidade, manutenção, controle de produção e tomada de decisão;
- Integração com a operação: como a solução deve conversar com equipamentos industriais, supervisório SCADA, redes industriais e rotinas de manutenção sem criar complexidade desnecessária.
Essa análise também ajuda a separar requisito de preferência.
Um requisito é algo indispensável para o funcionamento, a segurança, a confiabilidade ou a rastreabilidade do processo.
Já uma preferência pode melhorar a experiência de operação, mas precisa ser avaliada junto com custo técnico, prioridade e impacto na planta.
Na prática, o diagnóstico deve responder a perguntas como: o que precisa ser controlado, o que precisa ser monitorado, quais dados realmente apoiam a operação, quais falhas devem gerar alarmes, quais etapas exigem intertravamento e quais decisões ainda dependerão do operador.
Quanto mais claras forem essas respostas, mais coerente tende a ser a arquitetura de automação.
A Easy Automação tem sua origem em experiência prática industrial, construída em projetos de expansão, melhorias de processos e implantação de soluções em ambiente produtivo. Esse histórico reforça a importância de começar pela realidade da planta antes de recomendar tecnologia, mantendo o foco em uma solução customizada, tecnicamente validada e alinhada à operação.
Tecnologias usadas em soluções de automação
A escolha das tecnologias em projetos de automação industrial depende do processo produtivo, do nível de integração desejado e dos objetivos da planta.
Em vez de selecionar componentes isolados, a engenharia define uma arquitetura em camadas, conectando controle lógico, operação, supervisão, comunicação industrial e dados operacionais.
-
CLP ou PLC: é o controlador responsável por executar a lógica de automação. Ele recebe sinais de sensores, processa intertravamentos, sequências e condições de segurança operacional, e aciona atuadores, válvulas, motores ou outros dispositivos de campo.
Em linhas produtivas, o CLP ajuda a padronizar rotinas e reduzir a dependência de comandos manuais repetitivos;
-
IHM: a Interface Homem-Máquina permite que operadores visualizem estados do processo, ajustem parâmetros autorizados, acompanhem alarmes e executem comandos de operação.
Uma IHM bem projetada precisa ser clara, objetiva e alinhada à rotina real da equipe, evitando excesso de telas ou informações pouco úteis para a tomada de decisão no chão de fábrica;
-
SCADA: o sistema supervisório amplia a visão da operação ao reunir dados de diferentes equipamentos, linhas ou áreas da planta. Ele pode apoiar monitoramento em tempo real, histórico de produção, alarmes, rastreabilidade e análise operacional.
Na prática, a combinação entre CLP e SCADA conecta o controle automático local a uma camada de supervisão mais estratégica;
-
Redes industriais: protocolos e tecnologias como Ethernet/IP, IOLink, Modbus, Devicenet e Profibus viabilizam a comunicação entre controladores, sensores, inversores, remotas, instrumentos e sistemas supervisórios.
A escolha da rede deve considerar equipamentos existentes, criticidade do processo, distância, volume de dados, facilidade de manutenção e compatibilidade entre dispositivos;
-
Sensores, instrumentos e atuadores: são os elementos que conectam a automação ao processo físico.
Sensores e instrumentos coletam variáveis como nível, pressão, temperatura, vazão, presença ou posição.
Atuadores executam ações, como abrir uma válvula, acionar um motor ou posicionar um componente.
Sem uma instrumentação coerente, mesmo uma lógica de controle bem programada pode receber dados imprecisos;
-
Dados operacionais: em arquiteturas mais integradas, a automação deixa de ser apenas comando e resposta.
Os dados coletados podem apoiar rastreabilidade, análise de paradas, investigação de alarmes, acompanhamento de desempenho e decisões de manutenção. Esse ponto é importante porque transforma a automação em uma base para gestão industrial, não apenas em uma solução elétrica ou de software.
Na Easy Automação, o serviço de automação industrial abrange o desenvolvimento e a integração de sistemas com CLPs, IHMs, SCADA e redes industriais como Ethernet/IP, IOLink, Modbus, Devicenet e Profibus. Essa abordagem permite adequar a tecnologia ao processo, considerando desde a lógica de controle até a supervisão, a comunicação entre equipamentos e o uso prático dos dados pela operação.
Integração entre máquinas, sistemas e dados
A integração entre máquinas, sistemas e dados é o ponto em que a automação deixa de ser apenas controle local e passa a apoiar inteligência operacional.
Em uma arquitetura integrada, equipamentos industriais, sensores, atuadores, CLPs, IHMs, redes industriais e sistemas supervisórios trabalham de forma coordenada para transformar sinais de campo em informações úteis para operação, manutenção e gestão.
Na prática, essa integração conecta o chão de fábrica ao nível de supervisão.
Sensores e instrumentos coletam variáveis do processo, como estados, medições, permissivos e falhas.
O CLP ou PLC executa a lógica de controle.
As redes industriais, como Ethernet/IP, IOLink, Modbus, Devicenet ou Profibus, transportam os dados entre equipamentos.
O supervisório SCADA organiza a visualização, registra eventos, emite alarmes e permite acompanhar o histórico de produção.
Uma arquitetura bem planejada deve observar:
- Comunicação entre máquinas: define como equipamentos industriais trocam sinais, comandos e status sem depender apenas de intervenção manual;
- Padronização de dados: organiza tags, unidades, nomenclaturas, estados de operação e eventos para reduzir ambiguidades na leitura do processo;
- Alarmes e eventos: ajuda a priorizar anomalias, registrar ocorrências e apoiar respostas mais rápidas da equipe operacional;
- Histórico de produção: permite acompanhar tendências, paradas, ciclos, lotes e condições de processo ao longo do tempo;
- Rastreabilidade: auxilia no acompanhamento de informações relevantes da produção, especialmente em segmentos que exigem maior controle operacional;
- Apoio à manutenção: fornece dados que podem contribuir para análise de falhas, identificação de padrões e planejamento de intervenções.
O ganho técnico está na forma como essas camadas se conectam.
Instalar um supervisório ou adicionar uma rede de comunicação não significa, por si só, ter uma planta integrada.
A decisão precisa considerar criticidade do processo, compatibilidade entre equipamentos existentes, topologia de rede, volume de dados, tempo de resposta, segurança operacional, confiabilidade dos sinais e necessidades reais dos operadores. Por isso, a integração deve ser tratada como uma decisão de engenharia, não apenas como uma escolha de software.
Antes de definir telas, relatórios ou dashboards, é necessário entender quais dados realmente ajudam a operação, quais alarmes exigem ação imediata, quais variáveis influenciam a qualidade do processo e quais informações são relevantes para manutenção e tomada de decisão.
No contexto de soluções desenvolvidas e integradas pela Easy Automação, essa visão é especialmente importante porque o serviço envolve CLP, IHM, SCADA, redes industriais, comissionamento e acompanhamento da produção.
A experiência prática em ambientes industriais permite alinhar automação de processos, comunicação entre equipamentos e dados operacionais de forma mais coerente com a rotina da planta. Também é importante que a integração esteja conectada à base de instrumentação industrial, pois a qualidade dos dados depende diretamente da medição correta das variáveis de campo.
Quando sensores, transmissores, atuadores, redes e supervisório são especificados de forma compatível, a automação tende a oferecer uma leitura mais confiável do processo e melhores condições para reduzir falhas operacionais, investigar paradas e padronizar rotinas produtivas.
Comissionamento e startup da planta!
Comissionamento é a etapa de testes, validação e ajustes que confirma se a automação foi instalada, configurada e integrada conforme o projeto.
Startup é a partida assistida da planta, quando a solução entra em operação real com acompanhamento técnico, correções controladas, verificação de alarmes, segurança operacional e orientação inicial aos operadores.
Em projetos de automação industrial, é comum tratar instalação, comissionamento e startup como se fossem a mesma coisa, mas cada fase tem uma função diferente:
- Instalação: envolve a montagem física de painéis, instrumentos, sensores, atuadores, redes industriais, CLPs, IHMs e demais componentes previstos na arquitetura;
- Comissionamento: verifica se cada sinal, lógica, intertravamento, tela, alarme e comunicação está funcionando de forma coerente com o processo produtivo;
- Startup: acompanha a entrada da planta em regime operacional, observando comportamento real, respostas dos operadores, ajustes finos e eventuais correções necessárias.
Essa diferenciação é importante porque uma planta pode estar instalada sem estar tecnicamente validada.
O comissionamento reduz essa lacuna ao testar o sistema antes da operação plena, enquanto o startup permite observar como a automação se comporta quando há produto, carga, variação de processo, intervenção humana e exigências reais de produção.
Na prática, um comissionamento bem conduzido costuma incluir:
- Conferência de instalação e documentação: verificação de diagramas, endereçamento de entradas e saídas, identificação de cabos, instrumentos, painéis e dispositivos de campo.
- Testes de sinais: validação de sensores, botoeiras, válvulas, motores, inversores, medidores e atuadores, confirmando se o que aparece no CLP, na IHM ou no SCADA corresponde ao equipamento físico.
- Simulações operacionais: reprodução controlada de condições de processo para testar sequências automáticas, permissivos, intertravamentos, alarmes e respostas do sistema antes da produção contínua.
- Validação de lógica: análise do comportamento do programa do CLP ou PLC em relação às regras do processo, aos modos manual e automático, às paradas, às retomadas e às condições de segurança operacional.
- Ajustes e correções: refinamento de parâmetros, telas, mensagens, alarmes, tempos, limites operacionais e integrações com redes industriais ou sistemas supervisórios.
- Treinamento inicial da operação: orientação aos operadores e equipes envolvidas sobre telas, comandos, alarmes, procedimentos básicos e cuidados na rotina de uso.
- Partida assistida: acompanhamento técnico durante a entrada em operação para observar desvios, apoiar decisões e estabilizar a solução conforme as condições reais da planta.
O valor dessa etapa está nos testes controlados.
Em vez de descobrir problemas apenas durante a produção, a equipe técnica antecipa inconsistências de sinal, falhas de comunicação, alarmes excessivos, permissivos mal interpretados ou lógicas que precisam de ajuste. Isso tende a apoiar uma entrada em operação mais segura, organizada e rastreável, sem eliminar a necessidade de acompanhamento, manutenção e melhoria contínua.
Também é no comissionamento que a automação deixa de ser apenas um conjunto de componentes e passa a ser uma solução integrada ao processo.
O CLP precisa responder corretamente aos sensores e atuadores; a IHM deve apresentar informações compreensíveis para o operador; o SCADA deve registrar dados, alarmes e estados relevantes; e as redes industriais precisam manter comunicação estável entre equipamentos. Quando essas camadas são validadas em conjunto, a planta ganha mais previsibilidade para operar, monitorar e corrigir desvios.
A Easy Automação inclui comissionamento e startup de plantas industriais em sua oferta de automação industrial, atuando do projeto ao acompanhamento contínuo da produção. Essa visão é coerente com sua origem em experiência prática industrial e com a necessidade de tratar a entrada em operação como uma fase técnica decisiva, não apenas como a entrega final de componentes instalados.
Por isso, antes de considerar um projeto concluído, vale confirmar se a etapa de comissionamento contempla perguntas essenciais:
- Os sinais de campo foram testados individualmente;
- As telas de IHM e SCADA representam corretamente o processo;
- Os alarmes foram configurados com clareza e prioridade adequada;
- As lógicas automáticas foram simuladas antes da operação real;
- Os operadores receberam orientação inicial para uso seguro do sistema;
- Há acompanhamento técnico durante a partida assistida;
- As correções identificadas foram registradas e tratadas de forma controlada.
Comissionamento e startup, portanto, são fases de validação técnica e transição operacional. Elas ajudam a reduzir riscos na entrada em operação, apoiam a segurança operacional e permitem que a automação seja ajustada ao comportamento real da planta, sempre com base em testes, dados e acompanhamento especializado.
Para avaliar como Projetos de automação industrial pode contribuir para a operação, solicite uma análise técnica baseada nas condições reais do processo e defina os próximos passos com segurança.
Para saber mais sobre Projetos de automação industrial
clique aqui e entre em contato por e-mail.
Entre em contato agora mesmo!
Clique no botão e entre em contato para tirar dúvidas ou solicitar um orçamento.
Solicitar contatoPrincipais regiões de atendimento:
- Atendimento realizado em todo o estado de Acre.
- Atendimento realizado em todo o estado de Alagoas.
- Atendimento realizado em todo o estado de Amapá.
- Atendimento realizado em todo o estado de Amazonas.
- Atendimento realizado em todo o estado de Bahia.
- Atendimento realizado em todo o estado de Ceará.
- Atendimento realizado em todo o estado de Distrito Federal.
- Atendimento realizado em todo o estado de Espírito Santo.
- Atendimento realizado em todo o estado de Goiás.
- Atendimento realizado em todo o estado de Maranhão.
- Atendimento realizado em todo o estado de Mato Grosso.
- Atendimento realizado em todo o estado de Mato Grosso do Sul.
- Atendimento realizado em todo o estado de Minas Gerais.
- Atendimento realizado em todo o estado de Pará.
- Atendimento realizado em todo o estado de Paraíba.
- Atendimento realizado em todo o estado de Paraná.
- Atendimento realizado em todo o estado de Pernambuco.
- Atendimento realizado em todo o estado de Piauí.
- Atendimento realizado em todo o estado de Rio de Janeiro.
- Atendimento realizado em todo o estado de Rio Grande do Norte.
- Atendimento realizado em todo o estado de Rio Grande do Sul.
- Atendimento realizado em todo o estado de Rondônia.
- Atendimento realizado em todo o estado de Roraima.
- Atendimento realizado em todo o estado de Santa Catarina.
- Atendimento realizado em todo o estado de São Paulo.
- Atendimento realizado em todo o estado de Sergipe.
- Atendimento realizado em todo o estado de Tocantins.